Osteoporose: uma doença silenciosa e cheia de riscos

Osteoporose: uma doença silenciosa e cheia de riscos

Revisado por: - CRM-SC 4848 RQE 1071
Publicado em 18/10/2018 - Atualizado 08/02/2019Desvendando mitos Tratamento

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Neste mês de outubro a Sociedade Catarinense de Reumatologia (SCR) chama a atenção para doenças que afetam milhões de pessoas e que, em muitos casos são desconhecidas pela população e pelos próprios portadores dessas patologias. O próximo sábado (20) é marcado pelo Dia Mundial da Osteoporose, uma doença silenciosa e que se não for tratada pode causar grandes danos à qualidade de vida.

A médica reumatologista e presidente da SCR, Mara Suzana Cerentini Loreto, diz que além da osteoporose ser uma doença óssea silenciosa, ocorre geralmente em mulheres após a menopausa. “É muito importante falar nos fatores de risco para a osteoporose, e assim se ter ideia de prevenção, já que com a doença estabelecida os riscos para fratura aumentam bastante. Estes fatores de risco são: uso de certos medicamentos (principalmente cortisona), menopausa precoce, mulheres magras, tabagismo e álcool, relato de fratura previa, entre outros”, diz a Dra. Mara.

O diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença no tratamento, segundo a reumatologista e vice-presidente da SCR, Adriana Fontes Zimmermann. “O tratamento dessa doença envolve mudanças de estilo de vida e uso de medicamentos sempre orientados pelo médico. Os suplementos de vitamina D são recomendados para aqueles que não se expõem ao sol. Fazer atividade física de forma regular e específica reduz o risco de quedas e de fraturas, além estimular o ganho de massa óssea”, destaca.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a osteoporose atinge cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil e apesar de não haver, ainda, cura para os reumatismos, o avanço nesta área da medicina permite que as pessoas vivam bem, estudem, pratiquem esportes, trabalhem, cuidem de suas famílias. O segredo está, com certeza, no diagnóstico precoce e no cuidado especializado.

Jornal Alto Vale Online

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- CRM-SC 4848 RQE 1071

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Pelotas – UFPEL - 1984 Especialista em Medicina Interna e Reumatologia pelo Hospital de Clinicas de Porto Alegre/RS -1985-1989 Especialista em Terapia Intensiva pela AMB e AMIB - 1994 Subespecialidade: Habilitação em Densiometria Óssea pela SBDENS/CBR - 1998 Título de especialista em Reumatologia AMB/SBR - 1988

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As doenças reumáticas têm maior sucesso no tratamento quanto mais cedo forem diagnosticadas. Para isso, é importante estar alerta aos fatores de risco e sintomas das principais doenças.

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